Pesquisar este blog

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Musahi X Kojiro na praia

Está aí a famosa luta de   Musahi X Kojiro na praia  .....Musahi com remo

Mortal

O livro é magnífico.


http://www.youtube.com/watch?v=Kj1iI68AQo8&feature=related

terça-feira, 27 de julho de 2010

10 razões para sua empresa largar o Server Windows e abraçar o Linux

1)Suporte comercial
No passado, as empresas usavam a ausência de suporte comercial como a principal razão para agarrarem-se ao Windows. As “três grandes” provedoras de Linux comercial – Red Hat, Novell e Canonical – puseram esse medo a nocaute. Cada uma dessas empresas oferece suporte 24x7x365 para suas aplicações de missão crítica e serviços de negócio.

2)Suporte a .NET
As empresas que padronizaram seu desenvolvimento com tecnologia Microsoft, especificamente com sua tecnologia web .NET, podem confiar no Linux para obter suporte às mesmas aplicações .NET. A Novell é a dona e apoia o projeto Mono, que oferece compatibilidade com .NET. Um dos objetivos do projeto Mono é oferecer às empresas a capacidade de escolha e de resistir à imposição de um único fornecedor. Além disso, o projeto Mono oferece plugins Visual Studio para que os desenvolvedores .NET possam transferir facilmente aplicações .NET baseadas em Windows sem mudar suas ferramentas de desenvolvimento familiares. Por que a Novell e outras empresas iriam querer criar um ambiente .NET para Linux? Para a estabilidade real de aplicações .NET, o Linux é uma escolha melhor que o Windows.

3)Disponibilidade online
A estabilidade do Linux oferece aos donos de empresas a paz de espírito de que suas aplicações não sofrerão panes muito longas causadas por instabilidade do sistema operacional. O Linux oferece os mesmos níveis de disponibilidade (geralmente medidos em anos) que seus primos Unix. Esta estabilidade significa que o Linux pode suportar as exigências de serviços “99,999% disponíveis”. Reboots após cada correção de software, Service Packs e alterações de drivers fazem do Windows uma escolha instável e não confiável para aqueles que precisam suporte ininterrupto para suas aplicações e serviços críticos.

4)Segurança
Nenhum sistema operacional é 100% seguro - e o Linux não é exceção. Mas o Linux oferece segurança excelente a seus usuários. Das atualizações regulares do kernel a uma lista quase diária de atualizações de segurança, os mantenedores do código mantêm os sistemas Linux bastante seguros. Os donos de empresas que se apoiam em sistemas Linux com suporte comercial terão acesso a todas as correções de segurança disponíveis. Com Linux, você tem uma comunidade mundial de provedores de correções de segurança, e não uma única empresa com código fonte fechado. Você está completamente dependente da resposta de uma só empresa para lhe fornecer correções de segurança quando usa Windows.

5)Aproveitamento de habilidades
Uma barreira à adoção do Linux foi a ideia que ele não é tanto como o Unix, e por conta disso os administradores deste último não poderiam usar com sucesso seus conhecimentos ao fazer a mudança para o Linux. O layout do sistema de arquivos do Linux parece como qualquer outra versão comercial do Unix. O Linux também usa um conjunto padrão de comandos Unix. Há alguns comandos Linux que não se aplicam ao Unix, mas isso também ocorre entre as diversas versões do Unix.

Os administradores Windows podem descobrir que o uso de um teclado em vez de um mouse é uma parte difícil da transição, mas uma vez que eles descubram o poder da linha de comando, eles nunca mais irão querer dar cliques. Não se preocupe com aqueles que não largam uma interface gráfica: o Linux tem diversos gerenciadores de desktops para escolher – e não apenas um.

6)Hardware de mercado
Os empresários vão gostar do fato de que seus sistemas “ultrapassados” ainda rodarão Linux – e bem. Felizmente para quem adota o Linux, não há aquela loucura de atualização de hardware que segue toda nova versão do software recém-lançado. O Linux roda em x86 com arquiteturas de 32 e 64 bits. Se seu sistema roda Windows, ele rodará Linux.

7)Linux é grátis
Você pode ter ouvido que o Linux é grátis (free, em inglês). O Linux não custa nada, e também é livre no sentido que também é livre de patentes e de outras restrições que impediriam empreendedores mais criativos de editar e melhorar o código fonte. Essa habilidade de inovar com Linux tem ajudado a criar empresas como a Google, que aproveitaram essa oportunidade e a converteram em grandes negócios. O Linux é grátis e livre, no sentido de liberdade.

8)Comunidade mundial
O Linux tem o apoio de uma comunidade global de desenvolvedores que contribuem com o código fonte, atualizações de segurança e melhorias no sistema. Esta comunidade ativa também fornece às empresas o suporte gratuito por meio de fóruns e sites. Esta comunidade dispersa pelo mundo dá paz de espírito aos usuários de Linux, porque não há um ponto único de falha nem uma fonte única para suporte e desenvolvimento Linux.

9)Linux Foundation
A Linux Foundation é um coletivo corporativo de patrocinadores Platinum (Fujitsu, Hitachi, HP, IBM, Intel, NEC, Novell e Oracle) e membros que, por meio de doações e contribuições associativas, patrocinam Linus Torvalds e outros que trabalham em tempo integral no Linux. Seu propósito é “promover, proteger e padronizar o Linux para abastecer seu crescimento pelo mundo”. É a fonte primária para todas as coisas Linux. A Linux Foundation é uma grande adição aos usuários e entusiastas do Linux porque sua existência assegura o desenvolvimento contínuo do sistema.

10)Atualizações regulares
Você está cansado de esperar por um Service Pack do Windows a cada 18 meses? Cansado das dificuldades de atualizar seus sistemas Windows de tempos em tempos porque não há uma rota clara de upgrade? O Ubuntu Linux oferece versões novas e melhoradas a cada seis meses e versões de suporte de longo prazo a cada dois anos. Toda distribuição Linux oferece atualizações regulares de seus pacotes e fontes diversas vezes por ano e atualizações de segurança sempre que necessárias. Você pode deixar qualquer angústia de upgrade para sua cópia oficial licenciada do Windows porque é fácil atualizar o Linux e migrar de uma versão para outra, mais nova. A melhor parte: o Linux não exige reboot

Fonte:
http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/07/26/10-razoes-para-largar-o-windows-e-abracar-o-linux/paginador/pagina_5

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Índia cria computador mais barato do mundo com preço de US$ 35

A Índia apresentou nesta semana o que chamou de laptop mais barato do mundo, um computador com tela sensível ao toque que custa US$ 35.
O ministro do Desenvolvimento de Recursos Humanos, Kapil Sibal, revelou um computador de baixo custo projetado para estudantes, afirmando que sua pasta iniciou negociações com fabricantes globais para iniciar a produção em massa.
22.jul.10/Reuters
Ministro indiano Kapil Sibal apresenta o computador cujo custo total foi de US$ 35
Ministro indiano Kapil Sibal apresenta o computador cujo custo total foi de US$ 35
"Chegamos a um ponto de desenvolvimento hoje em que a placa-mãe, chip, processamento, conectividade, tudo junto, tem custo ao redor de US$ 35, incluindo memória, tela, tudo", disse ele em a jornalistas.
Ele disse que o aparelho com tela sensível ao toque vem com navegador de internet, leitor de documentos PDF e capacidade de videoconferência, mas seu hardware foi criado com flexibilidade suficiente para incorporar novos componentes de acordo com o usuário.
Sibal disse que o computador, baseado em Linux, deve ser apresentado a grandes instituições educacionais a partir de 2011, mas quer reduzir o preço ainda mais para US$ 20 ou mesmo a US$ 10.
O computador foi desenvolvido pelas equipes de pesquisa no Instituto Indiano de Tecnologia e Instituto Indiano de Ciências.
A Índia investe cerca de 3% de seu orçamento anual em educação escolar e melhorou sua taxa de alfabetização para cerca de 64% de sua população de 1,2 bilhão de pessoas, mas estudos mostraram que muitos estudantes ainda mal podem ler ou escrever e que muitas escolas públicas possuem instalações inadequadas.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Vendas de e-books ultrapassam as de livros impressos na Amazon

 A Amazon, fabricante do leitor eletrônico Kindle, afirmou que as vendas de títulos para o e-reader ultrapassaram as vendas de livros impressos na livraria on-line pela primeira vez.
"Alcançamos um ponto com o novo preço do Kindle --o crescimento das vendas unitárias do Kindle triplicou desde que baixamos o preço de US$ 259 para US$ 189", disse o executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, em comunicado.
Eric Thayer -6.mai.09/Reuters
Vendas de títulos para o e-reader ultrapassaram as vendas de livros impressos
Vendas de títulos para o e-reader ultrapassaram as vendas de livros impressos pela primeira vez, diz Amazon

http://www1.folha.uol.com.br/tec/769338-vendas-de-e-books-ultrapassam-as-de-livros-impressos-na-amazon.shtml
"Além disso, mesmo com as vendas dos nossos livros impressos continuarem crescendo, o formato do Kindle é agora superior ao formato impresso. Consumidores da Amazon agora compram mais livros do Kindle do que livros impressos --assombroso quando você considera que vendemos livros impressos por 15 anos, e livros do Kindle por 33 meses", afirmou.
Nos últimos três meses, 143 livros para Kindle foram vendidos para cada cem livros impressos. O total das vendas de e-books triplicou da primeira metade de 2009 para a segunda de 2010.

Curitiba - Avenida Marechal Floriano Peixoto terá ciclofaixa

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) assinam hoje, às 16h, convênio de cooperação técnica para, entre outros projetos, implantar a ciclofaixa da Avenida Marechal Floriano Peixoto.

O projeto faz parte da proposta de Curitiba para o STAQ (Sustainable Transport and Air Quality), projeto regional financiado com recursos do Banco Mundial e do Global Environment Facility (GEF) e coordenado pela ANTP. O objetivo do projeto é reduzir as emissões de gases de efeito estufa por meio de intervenções em meios de transporte sustentáveis e mais eficientes.

Pesquisa

Também com recursos do GEF será elaborado estudo de vulnerabilidade climática que analisará as possibilidades de cheias até 2100. Curitiba será a primeira cidade brasileira a desenvolver estudo como esse. Faz parte do convênio ainda a contratação de consultoria para o Plano Diretor Cicloviário de Curitiba e o Sistema Integrado de Mobilidade (SIM). Curitiba é uma das três cidades brasileiras a receber os recursos que serão doados através da ANTP. As outras cidades são Belo Horizonte e São Paulo.


http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/462372/?noticia=AVENIDA+MARECHAL+FLORIANO+PEIXOTO+TERA+CICLOFAIXA?reference_id=746b90d55f78b19f4a8609e732a6d00d9157cc6a

terça-feira, 13 de julho de 2010

Conheça a cidade de Lisboa durante um fim de semana

Cheia de um charme elegante, a compacta e aconchegante capital de Portugal é um lugar ideal para explorar num fim de semana no país.
Guilherme Tosetto/Folha Imagem
Funicular em rua de Lisboa
Funicular circula em rua de Lisboa; leia sugestões de passeios em Lisboa para aproveitar num único fim de semana
Brisas amenas que chegam do rio Tagus tornam a caminhada tolerável até no mais quente dos verões; ao mesmo tempo que a luz natural de Lisboa garante inesquecíveis fotos, especialmente no pôr do sol.
Lembre-se que Lisboa é conhecida como a "cidade das sete colinas", as quais são bastante íngremes, e muitas ruas são pavimentadas com paralelepípedos --por isso, escolha seu calçado com cuidado.
Os moradores locais vão ajudá-lo a aproveittar o melhor da cidade:
Sexta-feira
17h - Comece sua viagem em um dos pontos mais altos da cidade, no topo do parque Eduardo 7º, que oferece uma panorâmica de Lisboa que você quer desvendar, incluindo o antigo castelo de São Jorge e o rio Tagus.
Tome um café no lago do parque, continue nas trilhas que passam por estufas com plantas exóticas e vá até a estátua do marquês de Pompal, que reconstruiu Lisboa depois de um grande terremoto, em 1755.
Pegue a avenida Liberdade cruzando a via pavimentada com pedras branca e pretas ou escolha as calçadas que levam a caras e variadas pâtisseries de onde emana o aroma de doces e cafés.
18h30 - No lado direito do bulevar que encontra a praça Restauradores, vire na Calçada da Glória e pegue os elevadores de Lisboa, que o levará aos jardins de São Pedro de Alcântara e a um pequeno parque de onde se vê uma cachoeira.
19h - Aproveite a vista e a taça de um refrescante e leve vinho verde, acompanhado de bolinho de bacalhau.
19h30 - No alto da rua principal, visite a praça Príncipe Real com uma árvore de cedro centenária, que esconde vários bancos com suas sombras. As estreitas ruazinhas no entorno levam ao Tagus e oferecem um dos mais pitorescos cenários de Lisboa.
20h - Desça até a rua Garett, com suas lojas caras. Visite o café A Brasileira, local já uma vez freqüentado pelo poeta Fernando Pessoa, cuja estátua de bronze está disposta em uma das mesas na calçada.
21h - Jante no pátio aconchegante do café Royale e experimente um prato com polvo e batata ou um bacalhau com vinho branco produzido na região de Ribatejo.
Depois das 22h - Confira a vida noturna do bairro vizinho, o Alto, onde prédios abrigam dúzias de bares com música ao vivo, casas noturnas e lojas de arte moderna.
Sábado
9h - Tome seu café da manhã no café Nicola, na praça Rossio, ou na Confeitaria Nacional, na praça da Figueira, no centro neoclássico de Baixa.
10h - Visite a majestosa praça do Comércio, perto do rio Tagus, e suba até o alto do castelo de São Jorge, fazendo uma pequena parada na catedral Se --o sol da manhã atravessa os vitrais e enchem a igreja de linhas góticas com reflexos coloridos.
Peça um drinque refrescante no terraço romântico de Santa Luzia, antes de entrar no castelo medieval. Certifique-se e pegue o caminho das muralhas, onde ocorreram batalhas das Cruzadas contra os mouros. O lugar transpira história e oferece uma ótima visão do rio Tagus e das pontes de Lisboa.
12h - De volta a Santa Luzia, embarque no funicular de número 28 --a veterana composição o levará ao mirante Graça, onde uma taça de vinho pode ser degustada ao som de apresentações de jazz ao vivo, tendo como cenário os telhados vermelhos das casas de Lisboa.
13h - Suba novamente no funicular 28, cruzando a Baixa, e então pegue o 15 que vai de Tagus a Belém, onde as torres do monastério dos Jerônimos exibem todo seu esplendor. O local foi construído nos anos de 1500 como uma casa para orações de marinheiros que chegavam de ou partiam para longas viagens, na época em que Portugal era um dos pioneiros na exploração marítima.
14h - Caminhe pelo rio e prove uma mariscada ou um caranguejo no bar-restaurantePortugalia. Depois do lanche, estique até a torre de Belém --uma das mais elegantes fortificações do mundo.
15h - Nas proximidades do monastério dos Jerônimos, encontre uma loja que venda os tradicionais pastéis de Belém com recheio de creme e prove um com vinho do Porto, e você dificilmente vai resistir a levar mais meia dúzia para casa. Tome o mesmo funicular de volta à Baixa, compre suvernires e procure o Elevador de Santa Justa, com linhas neogóticas e construída por um aprendiz de Gustave Eiffel. O elevador vai levá-lo a uma praça calma, nos arredores das ruínas da igreja do Carmo, para um descanso.
19h - Tome um táxi em direção ao Largo do Chafariz de Dentro, no bairro de Alfama. NoMuseu do Fado, há um restaurante com a música tradicional tocada ao vivo. Alguns acham que o gênero é lúgubre, mas nem todas as canções são. No restaurante Esquina de Alfama (reserve mesas com antecedência), garçons, lavadores de pratos e maîtres costumam cantar fados --alguns especialistas dizem que são de raiz. Peça um bacalhau grelhado ou favas enquanto estiver lá.
Domingo
9h - Tome seu café da manhã na centenária doçaria A Tentadora, popular entre os moradores de Lisboa de todas as idades. Caminhe para a rua Domingos Sequeira, em direção ao parque Estrela, atravessando a estrada a partir de uma bela basílica branca, em estilo barroco, o qual merece uma visita.
11h - Siga abaixo pela Calçada da Estrela até chegar ao suntuoso palácio de São Bento --um antigo monastério que abrigou o parlamento português. Os guardas que ficam perto da entrada permitem que sejam fotografados.
12h - Pegue o funicular 28 para a praça do Comércio, suba até a rua Augusta para a estação de trem Rossio.
13h - Para uma refeição de despedida e no espírito da viagem, faça uma parada perto do Beira Gare, próximo à estação de trem, e peça uma cataplana --um prato com bacalhau, camarões e mariscos-- ou uma bifana, uma das melhores receitas de Lisboa.

DA REUTERS LIFE!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

AFINAL QUEM É MELHOR PELÉ ou MARADONA



PELÉ
MARADONA
GOLS
1283
345
CONQUISTAS
3 COPAS
1 COPA
GOLS DE MÃO
0
1
PÓ INALADO
0
87 KG
BEIJA HOMENS NA BOCA?
NÃO
SIM
GORDO FEITO UM PORCO?
NÃO
SIM
INTERNAÇÕES POR OVERDOSE
0
12
PEGOU A XUXA?
SIM
NÃO

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Saudades daqueles bons tempos - Shrek

Quem gastou alguns lenços de papel para se despedir de Woody e Buzz em Toy Story 3 não terá de se preocupar com Shrek Para Sempre. O quarto filme do ogro também encerra uma franquia querida pelo público, iniciada em 2001. O tom, contudo, é mais leve que o do filme da Pixar. O máximo de maturidade que o roteiro permite é a crise de meia idade que deflagra a ação. Shrek, agora casado com a princesa Fiona e pai de três recém-nascidos, começa a sentir saudades da época em que era livre para fazer o que bem entendia. Mais importante, sente falta de ser respeitado como um ogro assustador, e não como um chefe de família devidamente domesticado.

Entra em cena o duende Rumpelstiltskin, emprestado pelos roteiristas Josh Klausner e Darren Lemke de um conto dos irmãos Grimm do começo do século 19. Naquela versão, a criatura ajudava uma donzela em troca de seu primogênito. No filme, a barganha sai mais em conta: ele oferece a Shrek a chance de reviver, por 24 horas, sua época de glória, mas exige como pagamento outro dia qualquer da vida dele. O ogro aceita, sem imaginar que o duende vai lhe roubar o dia do nascimento.
É quando Shrek Para Sempre se revela: a comédia nada mais é que uma versão de A Felicidade Não se Compra (1946), clássico dirigido por Frank Capra e estrelado por James Stewart. O protagonista descobre, por sua ausência, o impacto que teve no mundo - e aprende a valorizar a vidinha que, até há pouco, desprezava. Shrek sofre quando seu amigo Burro não o reconhece; admira-se quando vê que o Gato de Botas virou uma mascote gorda e preguiçosa; e, principalmente, fica de coração partido quando percebe que, sem seu amor, Fiona se tornou solitária e ressentida. Ela lidera um grupo de ogros (com vozes de Jon Hamm, da série Mad Men, e Jane Lynch, da série Glee) que luta para tirar Rumpelstiltskin do poder.
Hamm e Lynch não são as únicas razões para se assistir ao filme na versão original (e fique à vontade para economizar os reais extras do ingresso em 3D - o novo formato pouco acrescenta à trama). O elenco de vozes traz de volta Mike Myers (como Shrek), Cameron Diaz (como Fiona), Eddie Muprhy (como o Burro) e Antonio Banderas (como o Gato de Botas, que deve ganhar um filme só seu em 2011). A novidade é Walt Dohrn, chefe de animação do estúdio DreamWorks, que deveria dublar Rumpelstiltskin apenas temporariamente, na pré-produção, mas que acabou se tornando indissociável do personagem.
A contribuição de uma figura em um cargo executivo e criativo joga outra luz sobre o filme. Quando Rumpelstiltskin propõe seu acordo mágico, não está tentando reavivar apenas o auge do protagonista, mas também o da própria franquia. Nunca ela foi tão engraçada (ou relevante) quanto naqueles idos de 2001, quando Shrek se propôs como uma fábula "anti-Disney". Já faz um tempo, porém, que o bobo da corte faz piada às paredes. Sua figura se esvaziou porque passou a ser produzida em massa pela própria DreamWorks (em nove anos, foram quatro filmes e um especial de TV) e reproduzida, também em massa, pelos concorrentes, que absorveram sua linguagem pop e irônica. O "mainstream" cooptou o "outsider", tal qual acontecera no reino Tão Tão Distante.
Sobretudo, nesse período de ascensão e queda de Shrek, as animações da Pixar mostraram que não era preciso escolher entre a moralidade infantil da antiga Disney ou a iconoclastia adolescente do ogro. Havia uma terceira via, mais madura.
Sem alvo claro onde mirar seu sarcasmo, Shrek para Sempre conquista as melhores piadas com uso da trilha (um dos traços da franquia) e no contraste entre a nova versão dos personagens e o que já sabemos sobre eles. É um modo de homenagear o passado inverso à proposta por Toy Story 3. Você pode até não chorar como no filme da Pixar. Mas também nem rir tanto quanto.
Critica, Marcel Nadale - O Estado de S.Paulo

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Antivírus gratuitos disparam na preferência do consumidor

Apesar de MacAfee e Symantec serem as marcas mais citadas pelos usuários quando o assunto é proteção de dados, 42% dos antívirus instalados são gratuitos
Quarta-feira, 07 de julho de 2010 às 19h52
Embora MacAfee e Symantec sejam as marcas mais reconhecidas quando o assunto são os softwares de segurança, na prática, o que domina mesmo o mercado são os antivírus gratuitos. Isso é o que revela uma pesquisa realizada pela OPSWAT, empresa de software de proteção de dados, e divulgada nesta quarta-feira, 7/07.

De acordo com  a pesquisa, 42% dos softwares instalados são gratuitos. Desses, o mais popular é a versão free do Avast Antivirus com 11,45%, seguido pelo Avira AntiVir Personal Free Antivirus (9,2%) e o AVG Anti-Virus Free (8,6%). O Microsoft Security Essentials aparece em quarto lugar, com 7,5% de participação.

O primeiro antivírus pago só aparece na quinta posição. É a versão pro do Avast, com 5,4% do mercado, seguido pela Kaspersky Internet Security (4,5%) e o Norton AntiVirus (4,2%).

De acordo com o relatório, o fato se deve principalmente à qualidade dos produtos gratuitos que ganham a preferência do consumidor e dispensam os serviços pagos. 

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O problema que a Dell escondeu por 7 anos

Componentes defeituosos equiparam 11,8 milhões de computadores da linha OptiPlex. A empresa sabia, mas não quis chamar um recall
Publicado em 05/07/2010 | THE NEW YORK TIMES
Quando o departamento de Mate má tica da Universidade do Texas avisou que alguns de seus computadores estavam com defeito, a Dell examinou as máquinas e deu um diagnóstico estranho para os problemas: a escola teria sobrecarregado os equipamentos com cálculos complexos demais.

Estranha e falsa: na verdade, a Dell havia enviado à universidade, em Austin, desktops equipados com componentes defeituosos, que estavam vazando substâncias químicas dentro do PC. A empresa vendeu milhões dessas máquinas entre 2003 e 2005, muitas delas para companhias de grande porte como o Wal Mart e o banco Wells Fargo, e para instituições respeitadas como a clínica médica Mayo.
“O engraçado é que todas elas entraram em pane ao mesmo tempo”, diz Greg Barry, presidente da PointSolve, uma companhia de ser viços em tecnologia da Filadél fia, que comprou vários desses com putadores. “Naquela época a Dell não parecia disposta a reconhecer isso como um problema.”
 / Michael Dell: acusações de fraude brecadas em acordo com a SECAmpliar imagem
Michael Dell: acusações de fraude brecadas em acordo com a SEC
Documentos revelados recentemente, que fazem parte de um processo judicial contra a Dell, mostram que funcionários da empresa tinham conhecimento de que os equipamentos eram frágeis. Ainda assim, eles tentaram dissimular a falha para os clientes, e permitiram que eles confiassem em máquinas sujeitas a apresentar defeito a qualquer momento – mesmo colocando em risco os negócios desses clientes. Até mesmo o escritório de advocacia que defende a Dell no processo foi afetado quando a empresa recusou-se a consertar 1.000 computadores suspeitos, de acordo com mensagens de e-mail cujo conteúdo foi revelado durante a disputa.
Os documentos também servem como uma crônica sobre o declínio de uma das empresas mais celebradas e admiradas dos Estados Unidos. Mais do que ne nhu ma outra, a Dell lutou (com su cesso) para reduzir os preços dos computadores pessoais. O “modelo Dell” tornou-se sinônimo de eficiência, terceirização e estoques pequenos. Foi ensinado na Har vard Business School e em outras escolas de administração de primeira linha como um paradigma de inteligência nos negócios. “Há dez anos, ela era o exemplo que todos queriam seguir”, afirma Da vid B. Yoffie, professor de negócios internacionais em Harvard. “Mas a empresa deixou de acompanhar várias mudanças no mercado, e quando isso se combina com turbulências na administração, é difícil manter o brilho.”
Nos últimos sete anos, a companhia foi castigada por problemas sérios no desenvolvimento de produto, no atendimento ruim ao consumidor e até na contabilidade. A Dell tentou deixar isso para trás. Em 2005, anunciou que reservaria US$ 300 milhões para consertar e substituir computadores com problemas. Mês passado, separou US$ 100 milhões para um acordo com a SEC (equivalente americano à Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza o mercado de capitais). O órgão promoveu uma fiscalização de cinco anos em seus livros contábeis, que poderia resultar em acusações de fraude contra o fundador da empresa, Michael Dell.
O problema atual da Dell é co nhecido e tem origem em capacitores de má qualidade, produzidos por indústrias asiáticas. Os capacitores são componentes importantes das placas-mãe, desempenhando papel crucial no fluxo de energia pelos circuitos. Eles não deveriam romper e deixar vazar fluidos, mas era isso que estava acontecendo no início desta década, causando quebras em computadores da Dell, HP, Apple e outras.
Memorandos e ou tros documentos liberados na ação civil mo vida pelo Ministé rio Público Federal da Ca rolina do Norte contra a Dell mostram que a empresa parece ter so frido mais do que os concor rentes com o problema – causado por ca pacitores fabricados por uma com pa nhia chamada Ni chi con. Do cumentos in ternos atestam que a Dell em barcou pelo me nos 11,8 milhões de computadores suspeitos de maio de 2003 até julho de 2005. Os modelos eram da linha OptiPlex, o tipo de máquina mais vendido a seus clientes corporativos e governamentais.
Um estudo conduzido pela Dell descobriu que os OptiPlex equipados com capacitores ruins tinham até 97% de chances de apresentar defeito num período de três anos. À medida que as queixas cresciam, a Dell contratou uma consultoria para investigar a situação. A conclusão foi de que o número de má quinas problemáticas era dez vezes maior do que a Dell estimava. Para piorar, a empresa estava substituindo placas-mãe defeituosas por outras, que continham os mesmos componentes de má qualidade.
O problema foi a reação da Dell. Em uma troca de e-mails entre funcionários da área de suporte ao consumidor, um deles observa que “precisamos evitar qualquer linguajar indicando que as placas eram ruins ou ti nham ‘problemas’ na nossa discussão desta manhã”. Em outros documentos sobre como tratar da questão, pessoas da área de vendas receberam instruções de “Não chamar a atenção dos clientes para isso” e “En fatizar que não há nada certo” a respeito.
“Eles estavam fazendo consertos com peças de feituosas e estavam induzindo os clientes ao erro, tudo ao mesmo tempo”, diz Ira Win kler, ex-analista da Agência Nacional de Se gu rança (NSA) e consultor na área de tecnologia. “Eles sabiam que mi lhões de computadores estavam cau sando prejuízos aos seus clientes, mas não estavam dando a eles a oportunidade de resolver o problema.” Winkler trabalhou como perito para a Advanced Internet Technologies (AIT), provedor de acesso à internet que processou a Dell em 2007, alegando que a companhia não se responsabilizou por 2 mil computadores vendidos à AIT.
Alguns dos documentos ficaram sob sigilo de justiça até o mês passado. Eles mostram que, depois das reclamações da AIT, representantes da Dell alegaram que a AIT havia instalado muitos dos computadores com problemas em uma área muito pequena, o que teria provocado superaquecimento. Em vez de consertar, a empresa tentou oferecer máquinas mais caras à AIT.
Jess Blackburn, porta-voz da Dell, disse que a empresa não comentaria um litígio que ainda não foi resolvido.
Depois disso, a Dell ampliou a garantia de sistemas e substituiu computadores quando os clientes reclamaram. (Em 2007, a empresa corrigiu suas demonstrações financeiras de 2003 até o primeiro trimestre de 2007, reduzindo os valores de vendas e de lucro líquido no período. Uma auditoria de monstrou que executivos manipularam os números para atingir metas de crescimento.) Como a empresa não fez nenhum recall de seus computadores, muitos donos de OptiPlex podem não estar cientes de que tinham computadores problemáticos. A AIT afirmou à Justiça ter documentos que provam que havia uma variedade de problemas que vinham sendo diagnosticados de forma errada. Com isso, a empresa ainda pode enfrentar uma enxurrada de no vas reclamações, de alguns grandes clientes.
http://www.gazetadopovo.com.br/tecnologia/conteudo.phtml?tl=1&id=1021360&tit=O-problema-que-a-Dell-escondeu-por-7-anosPublicado em 05/07/2010 | THE NEW YORK TIMES

Saiba como enviar mensagens de celular gratuitas


Não é preciso gastar dinheiro para enviar mensagens de texto para celulares. Nos sites das operadoras e nas páginas que concentram serviços é possível enviar torpedos gratuitamente.
Para enviar mensagens para celulares da Claro pelo site da operadora (www.claroideias.com.br), não é necessário fazer cadastro nem ser cliente da empresa. É possível, por exemplo, preencher o campo "De:" com o número de um telefone fixo. "É uma forma eficiente de comunicação e uma ferramenta importante para o estímulo ao uso do torpedo", diz a empresa.
Em mundooi2.oi.com.br/servicostorpedo, também não é necessário fazer cadastro para enviar mensagens gratuitas para celulares da Oi.
Diferentemente da Claro e da Oi, a Vivo (www.vivo.com.br) permite o envio de torpedos gratuitos após cadastro, no qual o cliente da operadora precisa preencher o campo CPF com o número do documento do titular da linha.
A empresa diz que, em breve, disponibilizará o envio de SMS, para celulares da Vivo, para não-clientes
Já a TIM, que oferece o sistema de envio de torpedos pela internet, cobra R$ 0,39 --debitados dos créditos ou cobrados na próxima fatura-- por SMS.
Apesar de não serem autorizados pelas empresas de telefonia, sites como owww.torpedogratis.net permitem o envio de mensagens gratuitas.
Criador do site, Marcelo Medina diz que o intuito é facilitar o uso do serviço que, nas páginas das operadoras, costuma não estar em evidência.
"Utilizo o próprio site das operadoras. O sistema faz apenas uma intermediação", diz. Nos testes realizados pela reportagem, a página se saiu bem no envio de mensagens para celulares da Claro.
Programa gratuito
Nos EUA, o envio de torpedos gratuitos não está vinculado às operadoras. Programas como o Cherple --ainda sem previsão de lançamento em outros países--, que permite o envio de torpedos de computadores com Windows ou Mac conectados à rede para quaisquer celulares com wireless, respondem pelo envio de mensagens.

STEFHANIE PIOVEZAN
colaboração para a Folha de S.Paulo