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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Empresas perdem dinheiro por descaso com segurança de dados

23 de maio de 2011 | 17h21
Sílvio Guedes Crespo
Atualizado às 17h40
Uma pesquisa inédita da McAfee feita com 1.500 profissionais de 14 países conclui que “a conduta de risco e os procedimentos de segurança ineficientes são comuns” no uso de dispositivos móveis (celulares, tablets e laptops) por empresas. Com isso, as empresas perdem dados e dinheiro, segundo o estudo.
Radar Econômico teve acesso a dados da McAfee que serão divulgados oficialmente amanhã (terça-feira, 24). Confira alguns deles:
. Quatro em cada dez empresas já tiveram dispositivos móveis perdidos ou roubados; metade desses equipamentos tinha dados essenciais da companhia.
. Mais de um terço das perdas de dispositivos móveis afetou financeiramente as empresas.
. Menos da metade dos usuários de dispositivos móveis faz backup (armazenamento de dados em outros equipamentos, como forma de prevenir perdas) mais de uma vez por semana.
. Um em cada três profissionais armazena informações confidenciais relacionadas ao trabalho em dispositivos móveis.
. 95% das empresas pesquisadas têm políticas relacionadas com segurança de dados em dispositivos móveis, mas apenas um terço dos funcionários, em média, conhecem as políticas de sua própria companhia.
Entre os 14 países pesquisados está o Brasil, onde a McAfee abordou funcionários de 72 companhias. Participaram funcionários tanto do setor de tecnologia da informação como usuários finais de dispositivos móveis em empresas.

Original:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A Balsa

Na história da Humanidade encontramos acontecimentos que nos levam a profundas reflexões.

Em 1816, uma fragata francesa encalhou próximo à costa do Marrocos. Não havia número suficiente de botes salva-vidas. Os restos do navio foram a única balsa que manteve vivas 149 pessoas.

A tempestade os arrastou ao mar aberto por mais de 27 dias sem rumo.

A dramática experiência dos sobreviventes impressionou a um artista. Theodoro Gericault realizou um estudo substancial dos detalhes para produzir a pintura.

Ele entrevistou os sobreviventes, os enfermos e, inclusive, viu os mortos. Horrorizado, reproduziu a íntima realidade humana nesta situação.

Seu quadro, intitulado "A balsa de Medusa", retrata não somente o naufrágio do navio "A Medusa", ocorrido no dia 2 de julho de 1816. Retrata um acontecimento que comoveu a França e trouxe repercussões que tocaram o mais profundo da alma humana.

Na pintura, pode-se ver as diferentes atitudes humanas que se manifestam nos momentos cruciais da vida.

Alguns dos sobreviventes se apresentam deitados, em total abandono, sem reação alguma. Parecem simplesmente aguardar a morte inevitável.

Outros se mostram desesperançados, alheios aos demais. O olhar distante, perdido no vazio demonstra que perderam a vontade de viver e de lutar.

Um punhado deles, no entanto, mantém a esperança acima de tudo. Tiram do corpo as próprias camisas e as agitam com violência, fixando um ponto no horizonte, como se desejassem ser vistos por alguma embarcação, por alguém.

O curioso, entretanto, é que embora eles balancem com constância as vestes brancas ao vento, não há nenhum navio à vista. Nada que indique que eles serão resgatados.

A balsa é como o planeta Terra. Os tripulantes são a Humanidade e as atitudes que cada um toma diante da vida.

Podemos ser como os desesperançados, quando atravessamos situações difíceis e nos decidimos a simplesmente nos entregar sem luta alguma.

Podemos estar enquadrados entre aqueles que acreditam que não há solução e, assim, também não há porque se esforçar para melhorar o estado de coisas.

Podemos também ser dos que duvidamos de tudo e todos. Ou, finalmente, podemos ser aqueles que mantemos a esperança acima de tudo. Os que nos esforçamos para chegar à vitória, embora ela pareça estar muito, muito distante.

Afinal, decidir pela vitória em toda circunstância que a vida nos coloca é atitude de esperança

* * *

Quando os problemas se multiplicam no norte da vida e os desafios ameaçam pelo sul, as dificuldades surgem pelo leste e os perigos se multiplicam no oeste, a esperança surge e resolve a situação.

Mensageira de Deus, torna-se companheira predileta da criatura humana, a serviço do bem.

É a esperança que, ante os quadros da guerra, conclama ao trabalho e à paz.

Em meio ao inverno rigoroso, inspira coragem e aponta a estação primaveril, que logo mais explodirá em cor, perfume e beleza.

Nunca te afastes da esperança!



Fonte:
http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?idmensagem=1060

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Como Bin Laden trocou e-mails sem ser detectado pelos EUA

Usando intermediários e pen drives, Osama bin Laden conseguia mandar e-mails escondido, sem deixar rastros digitais para os espiões dos Estados Unidos.
Seu sistema era diligente e lento, mas funcionava, e permitiu a ele tornar-se um prolífico redator de e-mails, mesmo sem acesso à internet ou linhas de telefone em sua casa.
Os métodos de Bin Laden foram revelados à Associated Press por fontes da inteligência norte-americana.
De seu abrigo no nordeste do Paquistão, Bin Laden escrevia a mensagem em seu computador sem acesso à internet e gravava-a em um pen drive, que era entregue a um mensageiro.
O mensageiro ia a um cibercafé, onde plugava o drive a um computador e enviava o e-mail com o texto de Bin Laden. Invertendo o processo, o mensageiro copiava os e-mails recebidos no pen drive e voltava ao abrigo de Bin Laden, que lia as mensagens off-line.
O processo era tão meticuloso que até mesmo oficiais veteranos da inteligência dos EUA ficaram maravilhados com a habilidade de Bin Laden de mantê-lo por tanto tempo.
Seals da Marinha norte-americana capturaram cerca de cem drives de memória flash após matarem Bin Laden, e, segundo oficiais, eles parecem armazenar informações de comunicação entre Bin Laden e seus companheiros ao redor do mundo.
Os arquivos capturados na casa de Bin Laden não apenas têm o potencial de ajudar os EUA a encontrar outros membros da Al Qaeda, mas também podem forçar terroristas a mudar suas rotinas. Isso pode torná-los mais vulneráveis, levando-os a cometerem erros e serem descobertos.

Original:

terça-feira, 10 de maio de 2011

Perder um tripulante no mar deve ser a situação mais aflitiva para qualquer comandante.


MARINHEIRO CESAR - MESTRE AMADOR - IATE CLUBE DE FLORIANÓPOLIS -SC 

Todos nós navegadores, já deixamos cair na água uma toalha, copo, ou qualquer objeto e percebemos a dificuldade que é tentar recuperá-los. Saber o que fazer nestes momentos é o primeiro passo para aumentarmos as chances de uma operação de salvamento perfeita.

Meu nome é César Possenti -Tenho 60 e poucos anos (risos), sou Mestre Amador e navego como Marinheiro Particular há mais 40 anos.

Sou casado e tenho dois filhos.

Moro no bairro do Estreito em Florianópolis - Santa Catarina e trabalho no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha. 

Bom, para vocês amantes da navegação e leitores do blog do Ney Broker; Vou contar uma história que aconteceu comigo em uma época que não se ouvia falar em Gps.

Por isso, quero destacar desde o começo dessa materia, que os GPS possuem ferramentas de grande utilidade e que muitos navegadores tem a bordo e não dão valor. Utilidade e teclas tao importante que se na época tivéssemos a bordo,  meus amigos não passariam tanto sufoco para me achar... 

Final de Março de 1982; recebi um convite de meus amigos Horacio Carabelli e Cláudio Contento para levar um veleiro para a Argentina. Aceitei e embarquei em Florianópolis SC. O veleiro modelo MAIN 34’ de nome “Manustoor” ia com destino ao Iate Clube de San Ezidro em Buenos Aires na Argentina, só que com escala em Buceu no Uruguai, para equiparmos o barco com instrumentos e acessórios, pois o barco era “zero” e na época no Brasil era muito caro e difícil o acesso a esses acessórios e equipamentos de navegação. 

Partimos de Florianópolis SC com o Veleiro praticamente vazio...Sem equipamentos, sem motorização e com muitas coisas a serem feitas.

Nos primeiros 06 dias e 06 noites navegamos até a barra do Rio Grande com ventos de Nordeste/Leste Fraco a Moderado.

Tudo ia muito bem até o través da barra do Chui. Já estava escurecendo, navegávamos de vento em popa com o Spiniker (balão) e a vela grande em cima, com velocidade de 12 a 14 nós e ondas com direção ao Sul de 1,5 metros de altura. Cláudio Contento estava dentro do barco dormindo e eu escorado ao quarda-mancebo de boreste conversando com meu amigo Horacio Carabelli que estava no timão...Derrepente!!! (PHUST)...Arrebentou o quarda-mancebo e eu que estava sem o cinto de segurança caí na água gelada dos mares do sul, mais ou menos com 10 graus de temperatura. 

O Horacio quando percebeu que eu cai no mar, tentou tirar a bóia circular o mais rapido possível, mas estava muito  presa as ferragens, então ele a arrancou com força e arrebentou os cabos em volta da bóia lançando-a na água pra mim... porem o barco estava com as velas e o Balão em cima, se distanciando muito rapido... e cada vez mais longe... o Horacio largou a bóia, porem mais ou menos uns 100 metros de onde eu tinha caído. Então comecei a nadar em direção a bóia que parecia que eu nunca ia alcançar... Já estava quase desistindo , pois eu estava com muito frio e sem forças, mas continuei a nadar e felizmente consegui alcançar a bóia. 

Agarrado a bóia circular e para meu desespero, a bóia que foi arrancada a força do barco pelo horacio, estourou os cabos que estavam presos a ela e por esses buracos estava entrando muita água e eu comecei a afundar com ela... a noite começou a cair e meus amigos demoravam a retornar...Pois segundo o Horacio, ele foi chamar o Cláudio que estava dormindo para poder fazer a mudança das velas do barco...e com isso o barco se distanciou muito, desde a hora que cai na agua. 

Quando eu ja estava pensando no pior, vi no horizonte o veleiro retornando ..porem notei que o barco fazia muitos zig zag, ou seja eles não estavam me avistado...

Que loucura, eu vendo eles e eles não me vendo... Eu  estava com os olhos fixados ao barco...quando vi alguém estava subido no mastro, nossa! era o Cláudio que com sua experiência e seus olhos de bom navegador, conseguiu me avistar.

Ai veio à parte mais difícil... Eu estava cansado, com frio e tentando não afundar com a bóia, pois já estava há quase uma hora dentro daquela água gelada... o veleiro navegando ja no escuro em contra-vento... passou um palmo de mim, mais ou menos a uns 12 nós. 


Então o Claudio me viu e fez sinal para o horacio retornar... eles retornaram em minha direção com vento de popa o Horacio no Timão e o Cláudio cuidando das velas e com um cabo na mão para me jogar...

Quando me viu novamente ele lançou o cabo, e  meu desespero era tanto que peguei no cabo do jeito que veio e queria subir a bordo de qualquer jeito, porem de frente não dava...Tomei muita água salgada até perceber que tinha que virar de costas e esperar ser puxado.

O Cláudio me segurou do jeito que dava e me puxou pelo short ... apertando as minhas bo...(voce sabe o que) ai que dor...e conseguiu me colocar para bordo novamente.

Galera, quando me vi em cima do convés notei que renasci...troquei de roupa e tomei uma bebida quente para me aquecer.

Passado o susto, seguimos nosso destino revesando o comando do barco, mas sempre em cima do convés e...

De manhã cedo, fomos surpreendidos por um navio de passageiros que passou pelo nosso lado a uns 100 metros..imagina os turistas vendo aquele barquinho pequenino ali cercado de águas por todos os lados..eles não perderam tempo e com suas maquinas fotográficas bateram muitas fotos. Mal sabiam o que tinha acontecido comigo na noite anterior.

Seguindo viagem, chegamos em Buceu no Uruguai onde ficamos 24 horas “re-carregando as energias” e fazendo a manutenção no barco...no dia seguinte, levantamos as velas e navegamos com rumo a Argentina.

Chegamos ao Iate clube de San Ezidro (nosso destino final), só que para nosso azar, assim que atracamos no pier....começou a Guerra das Malvinas. Isso mesmo no dia 2 de abril de 1982, quando a Argentina ocupou militarmente as ilhas Malvinas.

Foram 26 dias desde que saímos de Florianópolis até a liberação pelo exercito Argentino para retornarmos ao Brasil (por terra). Uma aventura!!!

Conclusão final

" Se na época tivéssemos a bordo um equipamento de navegação tipo o GPS ...EQUIPAMENTO que quase todos os barcos possuem e muitos comandantes não usam, não teríamos passado por tanto sufoco. E o mais importante dele, é a tecla “Mob” que alem de salvar vidas, também serve para marcar uma posição de emergencia, ou que deixamos cair no mar, tipo motor de popa, ancora, relógio, etc"..

Amigos, não sou muito bom no português , mas espero que tenham gostado e curtido essa minha experiência, que pelo blog do Ney pude compartilhar com voces. Não tenho e-mail , orkut e internet , mas quem quiser tirar alguma duvida, me procure no Veleiros da Ilha em Florianopolis (48-32257799). Atualmente trabalho em uma Schaefer Yachts de 50 pés.

um abraço, boas navegações e parabéns Ney pelo seu excelente trabalho.

Cesar Possenti
ah! visite o site  www.neybroker.com.br 

Fonte Autorizada:

Tibet terá usina de energia solar mais alta do mundo


A quase 4 mil metros acima do nível do mar, a usina estará em um ambiente ideal para geração de energia
24 de Março de 2011 | 11:00h

A companhia especializada na geração de energia solar SunTech Power Holdings anunciou nesta quarta-feira (23/3) que está planejando a contrução da usina solar mais alta do mundo, no Tibet. Localizada na região de Sangri, a quase 4 mil metros de altura, a usina deve gerar 20MW/h de energia para as cidades ao seu redor.

Nesta altura, o ambiente é ideal para a geração de eletricidade através dos paineis solares, já que a combinação de baixa umidade e temperatura, mais luz do sol intensa, facilita a coleta dos raios. A região depende da geração de energia através de hidrelétricas, mas a mudança climatica local tem reduzido os volumes de água, causando diversas secas e, consequentemente, quedas de energia.

Em 2008, a SunTech instalou paineis solares em um campo no monte Everest para gerar energia para os alpinistas sem agredir o ambiente. Desde então, a empresa doou mais de cinquenta usinas solares independentes para escolas, casas e centros comunitários na região.


Fonte:
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/ti_verde/noticias/tibet_tera_usina_de_energia_solar_mais_alta_do_mundo