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domingo, 29 de janeiro de 2012

Alegro-me em dizer que sem esforço nada vai acontecer!

por Paulo Roberto Gaefke:

Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer!
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não se decidir pelo primeiro passo,
se você não sair desse quarto,
nem os anjos e nem Jesus poderão te ajudar,
se você não se ajudar!

Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
pare de dizer que  não tem dinheiro para a academia.
A rua é livre, de graça e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego?
Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença
e as empresas vão correr atrás de você!

Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme,
leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos,
e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada,
e em qualquer lugar, pois você será de se admirar.
Pessoa que encanta só de olhar...

Quer esquecer alguém que te magoou?
Enterre as lembranças e o infeliz!
Valorize-se criatura!
Se você se valoriza, sabe quanto vale,
sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa.
Se alguém te deixou é porque não sabe o seu valor.
Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.
E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso...

Quer deixar de dever?
Pare de comprar.
Não faça dívida para pagar dívidas!
Nunca! Jamais!
Faça poupança e peça para o povo esperar.
“Devo, não nego, pago quando puder.”
Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar.
Em breve, não terá mais nada para pagar...

Quer esquecer uma mágoa?
Limpe o seu coração, esvazie-se...
Quem tem equilíbrio não guarda mágoas.
Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem.
Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação.
Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.

Quer viver bem?
Ame-se!

Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes.

Pergunte-se e se achar resposta que te satisfaça,  comece tudo de novo:
- Pra que 2 celulares? 1 pra cada orelha?
- Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa?
- 4 carros?
- 6 quartos se é você e mais 1 ou 2?
- 40 pares de sapato, se tem apenas 2 pés?

A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda.
Acorde enquanto é tempo e comece a mudança,
antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!
Espero que você pelo menos tenha vencido a partida.

Seja feliz!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Seja um convidado perfeito seguindo os 10 mandamentos do bom passageiro

Da revista Náutica n°220

Fim de semana de sol e um amigo convida você, marinheiro de primeiríssima viagem, para um passeio de barco. Se não quiser criar nenhum constrangimento, fazer tudo certinho e ainda ser convidado muitas outras vezes para outros passeios com seu amigo (que, dependendo do que acontecer a bordo, pode até virar ex-amigo...), siga com atenção os 10 tópicos a seguir, que resumem bem o que todo convidado deve fazer ao entrar num barco. Veja o quê e por quê.

1- Tire os sapatos – Em barcos todo mundo deve entrar descalço. É uma questão de limpeza, porque barcos são brancos e esta cor não combina com solas de sapatos. Atenção especialmente às mulheres, porque salto alto no convés, nem pensar.

2- Não leve o amigo junto – Barcos têm espaço limitado e o número de ocupantes não pode ultrapassar o máximo permitido. Imagine, então, se ele já estiver cheio e o último convidado a chegar for você e junto com um bando de amigos?

3- Pergunte como funciona o banheiro - Banheiros de bordo têm truques, especialmente nas descargas dos vasos sanitários. Assim, antes de passar pelo constrangimento de ter que pedir ajuda numa situação vexatória, pergunte logo como a coisa funciona. É bem melhor antes do que depois.

4- Não passe bronzeador... – Bronzeadores são oleosos e gordurosos. E nenhuma destas características combina com o casco branquinho dos barcos. Portanto, esqueça deles enquanto estiver a bordo.

5- ...Mas abuse do protetor solar – Ao contrário dos bronzeadores, protetores solares são absolutamente obrigatórios em qualquer barco. A razão é simples: barcos se movimentam e isso gera vento, que mascara o calor. Mas o sol continua a queimar.

6- Não exagere na bagagem – Barcos, como já se disse, têm espaços reduzidos. Por isso, não leve para bordo absolutamente nada além do estritamente necessário. E, ainda assim, acondicionado em pequenas sacolas ou bolsas macias, dessas que dá para acomodar em qualquer cantinho.

7- Economize água – Barcos têm tanques pequenos, por isso é fundamental não desperdiçar água. Deixar a torneira aberta enquanto lava a louça ou tomar longos banhos são coisas que não se deve fazer nem em casa. Que dirá num barco.

8- Previna-ve contra enjoo – Se você tem propensão e sentir algum tipo de mal-estar no mar, tome logo algum medicamento preventivo, antes mesmo de embarcar. Assim, você não estraga o seu passeio e o dos outros também, porque — lembre-se! — quando um vomita, todos vomitam.

9- Ajude nas tarefas... – Num barco, sempre há alguma coisa a fazer para ajudar na navegação — seja soltar um cabo ou prender uma boia. Especialmente nos veleiros, que sempre necessitam subir, descer e regular velas. Assim, na medida do possível, tente ajudar. Ou, pelo menos, se ofereça, caso necessário.

10- ...Mas não faça o que não sabe – Na ânsia de querer ajudar na navegação, passageiros leigos muitas vezes acabam criando situações de risco a bordo. Portanto, só se meta a fazer o que sabe. E, se não souber, não tenha vergonha alguma de sempre perguntar ao comandante, que será sempre a única pessoa a ser ouvida a bordo.

Seguindo essas dicas você, com certeza, vai ser o convidado perfeito para navegar.
 


Fonte:   Revista Nautica
http://www.nautica.com.br/noticias/viewnews.php?nid=ulta42c30a7d8cafedaed322da8d746040e

domingo, 8 de janeiro de 2012

5 motivos para aguardar ansiosamente o Windows 8




Tony Bradley, PCWorld EUA
06-01-2012


Tablets, uma nova interface, e a capacidade de carregar o sistema inteiro em seu bolso. Conheça alguns recursos do Windows 8 que nos deixam contando os dias até o lançamento
2012 finalmente chegou! E embora a Microsoft ainda não tenha divulgado detalhes sobre a data de lançamento do Windows 8, todos os sinais apontam para algum momento ainda neste ano. Lá no fundo o Windows 8 ainda é um “Windows”, mas também traz grandes mudanças em relação às versões anteriores do sistema operacional.
O que podemos esperar do Windows 8? Há algum motivo para ficar animado com o que ele tem a oferecer? Vamos dar uma olhada em cinco recursos do novo sistema que podem mudar a forma como você lida com seu computador em 2012.
1. A “Ribbon” em todo lugar
A controversa Ribbon, substituta dos tradicionais menus e barras de ferramentas que estreou no Microsoft Office, está se espalhando e em breve tomará conta de todo o sistema operacional. Embora alguns usuários detestem a Ribbon e lamentem a perda dos menus muitos usuários já abraçaram a nova interface, que é mais flexível, personalizável e no geral mais útil.



Sei que os menus são mais “confortáveis” porque são familiares, mas depois que você adota a Ribbon nota que ela realmente lhe ajuda a trabalhar de forma mais eficaz e eficiente. Gostei dela no Microsoft Office, e estou ansioso para vê-la no Windows 8.
2. Internet Explorer 10
A Microsoft não descansou: assim que o Internet Explorer 9 foi lançado, começaram a surgir detalhes sobre a próxima geração do navegador. Com o IE10 a Microsoft está redefinido seus limites: o IE9 só está disponível no Vista e Windows 7, deixando os usuários do XP e de versões anteriores do sistema de fora.
Mas o IE10 deixará o próprio Vista de fora e irá exigir pelo menos o Windows 7. A empresa se mantém firme em sua decisão, e insiste que apenas hardware e software modernos são capazes de atingir a experiência web a que almeja com o IE10. 
3. A Windows Store
A Microsoft se “inspirou” em rivais como a Apple a a Canonical (criadora da distribuição Linux Ubuntu) para criar uma loja de aplicativos online. Parte fundamental do novo sistema, a Windows Store será o único lugar onde os usuários poderão comprar aplicativos especialmente desenvolvidos para a nova interface “Metro”. Segundo a empresa isto irá aumentar a qualidade dos programas, e reduzir o potencial de bugs e malware.
4. Um sistema em um pendrive
Um dos meus recursos favoritos do Windows 8 até o momento é a capacidade de armazenar uma cópia inteira do sistema operacional em um pendrive. Você pode levar literalmente todo o seu ambiente, incluindo sistema, aplicativos e documentos, no bolso, e “dar boot” em qualquer PC que esteja disponível.
Isso poderá tornar as viagens a trabalho ou negócios muito mais fáceis. Você poderá, por exemplo, levar apenas um tablet para tarefas mais “leves” (e-mail, navegação web), e um pendrive com o sistema para usar em um PC qualquer quando chegar ao seu destino.
5. Tablets
Por último, mas não menos importante, temos os tablets. A partir da próxima versão o sistema da Microsoft também rodará em hardware baseado na arquitetura ARM, e poderá rodar tão bem em tablets quando em desktops e notebooks. De fato, a interface Metro e o comportamento do Windows 8 parecem ter sido feitos pensando especificamente no uso em aparelhos com telas sensíveis ao toque.
  
O mercado de tablets é atualmente dominado pelo iPad 2, da Apple. O Kindle Fire da Amazon também fez muito sucesso, mas é mais voltado ao consumidor e não tão útil quanto um iPad como dispositivo móvel para negócios. Se o Windows 8 conseguir oferecer uma boa experiência de uso com um bom preço, os novos tablets podem ser um imenso sucesso.

Uma versão “beta” do Windows 8 deve estar disponível ao público nos próximos meses (a expectativa é fevereiro), mas não espero que o Windows 8 seja lançado antes do quarto trimestre deste ano, ou seja, Outubro. Talvez em Agosto ou Setembro se tivermos sorte. Mas pelo que vimos até agora, acreditamos que o sistema tem o que é necessário para se tornar um sucesso.

sábado, 7 de janeiro de 2012

O Velho Pescador - Contos do Maga.

  
A tarde estava amena, e o velho acomodou-se com dificuldade em sua cadeira, levada por familiares até a praia defronte à pequena casa. O barco fora puxado fora d’ água no dia anterior, o filho já raspara as cracas do fundo, serviço cansativo, e agora iniciava a demão de tinta venenosa, à espera da maré alta, no meio da noite, que permitiria à embarcação flutuar novamente. E ele gostava de ficar ali sentado, a ver essa atividade, ver apenas, já que seus membros cansados não lhe permitiam mais ajudar na faina.
Era um bom barco, divagou. Da melhor madeira, escolhida a dedo. Custara-lhe muito construí-lo, em anos perdidos no tempo. Não tanto em esforço físico no serrar as pranchas e tábuas, saúde para isso ele tinha, mas em juntar dinheiro para adquiri-las, e o mais necessário à feitura da embarcação. Dinheiro vagarosamente amealhado, com a venda do pouco pescado que conseguia trazer do mar em sua pequena canoa. Ela, levada pelos seus braços e por um pouco de pano quando o vento era favorável, não lhe permitia ir longe, atrás dos peixes maiores.
Conseguir o motor, aquele agora também velho motor, fora o mais difícil. O banco lhe recusara o dinheiro, dinheiro pedido contra a hipoteca de sua casinha. Para eles, ela não valia nada, disseram-lhe. Não tinha documentação, nem o terreno nem a construção. E por que teria? Recebera-a do pai, que a herdara do avô, a área era de sua família desde o começo dos tempos, com documento ou sem ele era sempre tida e aceita como de sua família!
Verdade é que, em sua meninice, o terreno era muito maior, a construção ladeada por um pomar onde as pitangas e jabuticabas faziam a delícia da garotada. Nunca se pensou em cercá-lo, em documentá-lo. E então, aos poucos, foi-se perdendo, invadido, o entorno da casa. Mas não pelos antigos vizinhos, gente da terra, respeitadora, que cederam à valorização provocada pelo turismo, venderam suas propriedades centenárias, logo demolidas. Foi tomado pelos recém-vindos, os veranistas compradores, que mostravam papéis que diziam legitimar a invasão. E sua casinha acabou espremida entre as novas e ricas residências, sem mais que alguns palmos de terra livre para plantar uma verdura ou algumas flores.
Não poucas vezes foi aconselhado a vendê-la também. Teria o dinheiro para o motor, e para comprar uma casa melhor, talvez no longínquo pé da serra, onde o terreno permanecera barato. Mas ele resistira, como resistira em fazer o que fizeram parentes e amigos, deixar a pesca e aderir a alguma das atividades bem mais rendosas e menos rudes que a chegada do turismo já propiciava. Nascera pescador, morreria pescador.
Finalmente, lograra um empréstimo com um amigo, e comprara o motor. E então a embarcação que construíra foi à água. Sua pesca passou a ser mais produtiva, não teve dificuldades em livrar-se da dívida. Por decênios trabalhara nela, primeiro sozinho, depois ajudado pelo filho. O barco sustentara a família que crescera, o filho casara, vieram os netos. Que estavam agora também ali à sua frente, mexendo no tabuleiro dos espinhéis, preparando-os para a próxima pescaria.
Era mesmo um bom, um robusto barco. Enfrentara com galhardia  temporais que desmanchariam as tábuas de quaisquer outras embarcações. As lembranças daqueles dias foram aflorando, os episódios mais difíceis surgindo do passado, tomando forma, e uma angústia súbita lhe veio, prendeu-lhe a respiração. Como gostaria de sair para o mar aberto novamente, sentir novamente o perigo presente, o balançar doido do convés a seus pés na tormenta, o espirrar das ondas altas quebrando na proa, o cheiro forte e gostoso da maresia entrando-lhe pelas narinas…
Nunca mais. Não com sua saúde assim debilitada, os passos trôpegos que mostravam não poder mais suster-se a bordo, nem mesmo no arfar suave da embarcação em tempo bom. Nunca mais. Mas estava ali seu filho, e os netos ajudando-o na tarefa marinheira. Eles eram sua continuação. O amargor se foi tão depressa quanto viera. Pensou nas tentações que cercavam a juventude depois que fora construída aquela maldita estrada, a estrada que transformou a vila pacata numa cidade turística. No descaminho, para a marginalidade e para as drogas, dos filhos de tantos conhecidos, até de parentes. Sentiu-se realizado, fora poupado, conseguira manter seu filho junto ao mar, e os netos iriam segui-lo, já mostravam que iriam segui-lo. E eles estariam bem.
Eles estariam bem. Seu olhar afastou-se pela praia em direção ao centro da cidade, meia hora, a passo, adiante. Logo mais as luzes da avenida que ladeava o mar se acenderiam. Eram luzes fortes, muito fortes, que escondiam o brilho das estrelas, tiravam a graça da noite praiana. Mesmo assim, teimara em passear na areia com a mulher em noites enluaradas, como fizera desde que se uniram. Caminhavam de mãos dadas pela praia, descalços, sentindo nos pés a espuma fria das ondas mais atrevidas, nunca cansando de ver a ardentia formada no seu rebuliço.
Certa vez foi advertido pelo filho. Havia perigo, a cidade não era mais a mesma, as pessoas não eram mais as mesmas. E ele naquela idade não era mais o mesmo, podia ser assaltado no escuro da noite. Não deixou de fazê-lo, preferia morrer a deixar de fazê-lo. Mas foi sua companheira quem partiu antes dele, e com ela se foi também o encanto dos passeios noturnos, ficou só a saudade…
Saudade… É, o mundo mudara tanto, tanta coisa mudara… Lembrou o absurdo que assistira pela manhã, uma viatura com uns tais fiscais ambientais a ordenar que seu filho removesse para a água o barco, não poderia mais utilizar a praia para a manutenção semestral do velho casco … Não adiantou mostrar que havia um encerado estendido debaixo da carreta para aparar eventuais pingos de tinta, fizeram-lhe assinar documento comprometendo-se, sob pena de multa pesada, a tirar a embarcação da praia até o dia seguinte…
…daquela mesma praia onde ela fora construída, e tantas outras e outras também, mesmo antes que qualquer turista pisasse aquelas areias… antes que eles conspurcassem essas mesmas areias com suas latas de cerveja, suas embalagens plásticas, sua sujeira …
É, o mundo mudara, não o entendia mais…. Mas ele não mudara, e o mar também não, era sempre o mesmo, sua beleza a mesma, sua rara e também bela fúria a mesma. Só o peixe, mais escasso, precisava ser buscado cada vez mais longe, mais longe…
Saudade… Sentado em sua cadeira, o velho pescador foi vagarosamente cerrando seus olhos. Quando os fechou de vez, viu-se imediatamente sobre seu barco. Novamente sobre seu barco, segurando firme o leme de seu barco. O mar estava grosso, mas ele sabia que mais adiante baixaria, e era importante aproveitar aquele primeiro dia de navegação para atingir um bom pesqueiro, o melhor pesqueiro. Lá, com as águas mais amansadas, poderia pescar o suficiente, traria na volta à família pescado suficiente para mantê-los até seu próximo retorno do mar.
Terminado seu trabalho, o filho notou que o velho dormira. Era hora de voltar à casa, chamou-o, sacudiu-o. De longe, de muito longe, o pescador ouviu vozes aflitas chamando-o, chamando-o. Era sempre assim, quando ele deixava terra para pescarias mais demoradas. A companheira chorosa, o filho quando pequeno chorando também, querendo ir junto. Mas eles ficariam bem, até sua volta eles estariam bem…
Aos poucos a voz dos familiares foi ficando mais fraca na distância, e o velho pescador concentrou-se em seu rumo.
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NOTA DO EDITOR:  O autor  evidentemente não  inspirou-se  em
O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway.  Na verdade buscou inspiração  em amigos seus caiçaras, que de um jeito ou de outro o remetem à idéia do homem primata do mar, tema do mês, na acepção mais nobre desta expressão que criamos aqui na Conversa no Píer.  Mas encontramos essa foto de Gregório Fuentes, que foi o skipper do “Pilar”, barco de pesca de Ernest Hemingway, acompanhou o grande escritor e aventureiro por décadas, e o inspirou para escrever sua obra clássica, com a qual ganhou o Prêmio Nobel de Literatura O Velho e o Mar. Esta foto, na cadeira, foi clicada no famoso bar em Key West, Sloppy Joe´s, que por acaso tem uma história muito interessante de “primatas do mar”. Um dia nós a abordaremos aqui…
Autor:
 Magalhães Netto - MAGA.