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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Os Sapos



Se existem três sapos numa folha, e um deles decide pular da folha para a água,  quantos sapos restam na folha?

A resposta certa é:   Restam três sapos.  Porque o sapo apenas decidiu pular.  Ele não fez isso.

Nós não somos como o sapo muitas vezes?  Que decide fazer isso, fazer aquilo,  mas ao final acabamos não fazendo nada?

Na vida temos que tomar muitas decisões.  Algumas fáceis; algumas difíceis.

A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas.  A maior parte dos erros se devem às indecisões.  Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões.   E isto é arriscar.   Tudo é arriscar.

Rir é correr o risco de parecer um tolo.   Chorar é correr o risco de parecer sentimental.   Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.

Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo.   Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.  

Amar é correr o risco de não ser amado.    Viver é correr o risco de morrer.    Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.  Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados,  porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.

A pessoa que não arrisca nada...   não faz nada...   não tem nada...   é nada.   

Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, ela não cresce, não evolui e não vive plenamente.   

Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade.

Apenas quem arrisca é livre.

O pessimista queixa-se dos ventos.   
O otimista espera que mudem.
O realista ajusta as velas.

(Autor Desconhecido) 

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